Monday, August 24, 2009

Desabrigado - Barão vermelho

Essa música eu confesso que eu nem conhecia, esolhi pelo título mesmo!!!


Quem quiser saber mais detalhes me ligue!


Desabrigado
Barão Vermelho

Em cada riso, em cada gesto seu
Vi em você meu abrigo
Agora agrido, só pra não lembrar
O que sobrou dos nossos sorrisos

Agora é tarde, tarde demais
De nada vale o meu grito
Todos querem que eu reaja
Que eu não fique desse jeito tão passivo

Desabrigado, molhado pela chuva
Desapaixonado pela sua fuga
Eu tô em casa, eu tô na rua
Procurando uma cura

No vazio do meu quarto
Eu tô quebrando a cabeça
Cercado de saudade
Marcado pela inatividade

Ah! Sumir do mapa
Às vezes é a solução
E não pensar no coração

Friday, August 21, 2009

Saudosa Maloca

Hoje de manhã eu saí de casa para vir trabalhar e os caras da mudança já estavam lá fazendo a revolução na sala, com suas caixas de papelão e seus rolos de plástico bolha! Quando eu passei por lá foi a visão do inferno! Não quero nem pensar na hora que eu voltar para lá e começarmos a mexer no meu quarto.... Tô Fodido, fodido e mal pago, uqer dizer, pior e ainda pago pro caras fazerem isso...


Não tem música melhor pra descrever esse momento do que essa:


Saudosa Maloca

Adoniran Barbosa

Si o senhor não tá lembrado
Dá licença de contá
Que aqui onde agora está
Esse edifício arto
Era uma casa véia
Um palacete assobradado
Foi aqui seu moço
Que eu, Mato Grosso e o Joca
Construimos nossa maloca
Mais, um dia
nois nem pode se alembrá
Veio os home cas ferramentas
O dono mandô derrubá
Peguemos tudo as nossas coisa
E fumos pro meio da rua
Preciá a demolição
Que tristeza que nóis sentia
Cada táuba que caía
Duia no coração
Mato Grosso quis gritá
Mas em cima eu falei:
Os homi tá cá razão
Nós arranja outro lugá
Só se conformemos quando o Joca falou:
"Deus dá o frio conforme o cobertô"
E hoje nóis pega a páia nas grama do jardim
E prá esquecê nóis cantemos assim:
Saudosa maloca, maloca querida,
Que dim donde nóis passemos dias feliz de nossa vida


Thursday, August 20, 2009

Oye como va

Maldita gripe vegetariana, me deixou fora de combate nos últimos dois dias, sendo que nem vim trabalhar, nem escrevi, nem nada, mal consegui arrumar as coisas para a mudança... só cama!

Bom pra compensar aí vai a música de hoje, mais um clássico latino.

Oye Como Va

Santana

Oye como va mi ritmo
Bueno pa gosar mulata

Oye como va mi ritmo
Bueno pa gosar mulata




Monday, August 17, 2009

Infinita Highway

Música boa que tem hiórias e mais histtórias.... quantas milhões de vezes ja ouvimos, e todas que tentamos tocar numa roda de violão clássica, Nando, Beny e eu que não acertamos uma vez se quer a letra, erramos as estrofes, cantamos em ordem erradas, até criamos palavras que não existem!

Ah e é incrível dirigir no gás, só pra deixar a cabeça arejar.

Enfim, aí vai

Infinita Highway

Engenheiros do Hawaii

Composição: Humberto Gessinger

Você me faz correr demais
Os riscos desta highway
Você me faz correr atrás
Do horizonte desta highway
Ninguém por perto, silêncio no deserto
Deserta highway
Estamos sós e nenhum de nós
Sabe exatamente onde vai parar

Mas não precisamos saber pra onde vamos
Nós só precisamos ir
Não queremos ter o que não temos
Nós só queremos viver
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e isto é tudo
É sobretudo a lei
Da infinita highway

Quando eu vivia e morria na cidade
Eu não tinha nada, nada a temer
Mas eu tinha medo, medo dessa estrada
Olhe só, veja você
Quando eu vivia e morria na cidade
Eu tinha de tudo, tudo ao meu redor
Mas tudo que eu sentia era que algo me faltava
E à noite eu acordava banhado em suor

Não queremos lembrar o que esquecemos
Nós só queremos viver
Não queremos aprender o que sabemos
Não queremos nem saber
Sem motivos, nem objetivos
Estamos vivos e é só
Só obedecemos a lei
Da infinita highway

Escute, garota, o vento canta uma canção
Dessas que uma banda nunca canta sem razão
Me diga, garota: será a estrada uma prisão?
Eu acho que sim, você finge que não
Mas nem por isso ficaremos parados
Com a cabeça nas nuvens e os pés no chão
"Tudo bem, garota, não adianta mesmo ser livre"
Se tanta gente vive sem ter como viver

Estamos sós e nenhum de nós
Sabe onde quer chegar
Estamos vivos, sem motivos
Que motivos temos pra estar?
Atrás de palavras escondidas
Nas entrelinhas do horizonte dessa highway
Silenciosa highway

Eu vejo um horizonte trêmulo
Eu tenho os olhos úmidos
Eu posso estar completamente enganado
Eu posso estar correndo pro lado errado
Mas "a dúvida é o preço da pureza"
É inútil ter certeza
Eu vejo as placas dizendo
"não corra, não morra, não fume"
Eu vejo as placas cortando o horizonte
Elas parecem facas de dois gumes

Minha vida é tão confusa quanto a América Central
Por isso não me acuse de ser irracional
Escute, garota, façamos um trato:
Você desliga o telefone se eu ficar muito abstrato
Eu posso ser um Beatle, um beatnik
Ou um bitolado
Mas eu não sou ator
Eu não tô à toa do teu lado
Por isso, garota, façamos um pacto
De não usar a highway pra causar impacto

Cento e dez, cento e vinte
Cento e sessenta
Só prá ver até quando o motor agüenta
Na boca, em vez de um beijo,
Um chiclet de menta
E a sombra do sorriso que eu deixei
Numa das curvas da highway


Sunday, August 16, 2009

Caraluna - Bacilos

É curioso, sempre que se faz um programa de intercâmbio os brasileiros tem que adaptar ao resto, pois sempre é formado o grupo de latino-americanos os hispano-hablantes.

Tem seus inúmeros pontos negativos mas alguns dos bons é que acaba se conhecendo muito da cultura dos nossos Hermanos e a música é claro vem junto.

Assim que conheci essa banda que eu gosto bastante.

Bacilos

Caraluna

Quién dice que no duelen
Las huellas en la arena
Tu huella el mar se la llevó
Pero la luna sigue ahí
Pero esa luna es mi condena
Esta ciudad mañana
A gritos por la noche
Las voces vivas del recuerdo
Se disfrazan de intuición
En un apóstugo se esconden
Y un apóstugo se esconden

Y yo sé que tal vez
Tú nunca escuches mi canción, yo sé
Y yo sé que tal vez
Te siga usando así
Robándote mi inspiración

Refrain
Mientras siga viendo tu cara en la cara de la luna
Mientras siga escuchando tu voz
Entre las olas y entre la espuma
Mientras tenga que cambiar la radio de estación
Porque cada canción me hable de ti, de ti, de ti

Hable de mí...

La vida se me esconde
Detrás de una promesa sin cumplir
De donde nace alguna inspiración, de donde nace otra canción
Y ya no sé bien quién se esconde
Yo ya no sé lo que se esconde

Y yo sé que tal vez
Tú nunca escuches mi canción, yo sé
Y yo sé que tal vez
Te siga usando aquí
Robándote mi inspiración

au Refrain, x2

Yo seguiré buscando
Yo seguiré escapando
Tal vez de ti
Tal vez de mí
Yo seguiré buscandole una explicación
A esta canción, a miel

au Refrain

Ay...
au Refrain

Me hable de ti
Me hable de ti
De ti
Me hable de ti ayayayayay

Saturday, August 15, 2009

Intuição

Como assim que eu ainda não tinha postado nada desse cara???

O menestrel Oswaldo Montenegro. Um violonista absurdo, letrista excelente, tem uma puta voz e ainda escreve, dirige e musica e sei lá mais o que, de peças de teatro. E acho que ainda tá pegando a Paloma Duarte, que é uma delicinha!!! hehe

Segue uma das várias músicas que eu gosto dele. Gosto dessa metalinguagem que ele usa, acho que tem uma sonoridade muito forte e expressa uma boa vibração, uma mensagem positiva, uma perspectiva otimista de ver as coisas...

Enfim, aí vai!


Intuição

Oswaldo Montenegro

Composição: Ulysses Guimarães

Canto uma canção bonita,
Falando da vida, em 'Ré maior'.
Canto uma canção daquela
De filosofia,
Do mundo bem melhor.

Canto uma canção que agüente
Essa paulada, e a gente
Bate o pé no chão.
Canto uma canção daquela
Pula da janela
Bate o pé no chão.

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito,
Coerente ou não.
Sem o verso estilizado,
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canto uma canção bonita
Falando da vida, em 'Ré maior'.
Canto uma canção daquelas
De filosofia,
E mundo bem melhor

Canta uma canção que agüente
Essa paulada, e a gente
Bate o pé no chão.
Canto uma canção daquela
Pula da janela
Bate o pé no chão.

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito,
Coerente ou não.
Sem o verso estilizado,
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canto o que não silencia
É onde principia a intuição
E nasce uma canção rimada
Da voz arrancada
Ao nosso coração

Como, sem licença, o sol
Rompe a barra da noite
Sem pedir perdão!
Hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão!

E hoje quem não cantaria
Grita a poesia
E bate o pé no chão!

Sem o compromisso estreito
De falar perfeito,
Bate o pé no chão
Sem o verso estilizado,
O verso emocionado
Bate o pé no chão...

Canto uma canção bonita
Falando da vida, em 'Ré maior'.
Canto uma canção daquela
De filosofia,
Do mundo bem melhor.

Canto uma canção que agüente
Essa paulada, e a gente
Bate o pé no chão.
E hoje quem não cantaria
Grita a poesia.
Bate o pé no chão...


Noite do Prazer

O nome dessa música é incrível... ahauahuahauhauahua

Bom Claudio Zoli, mais um músico brasileiro qualquer, que eu só conheço só essa música, é brega mas é legal!



Noite do prazer

(Claudio Zoli)


A noite vai ser boa
De tudo vai rolar
Vai rolar
De certo que as pessoas
Querem se conhecer
Se olham e se beijam
Numa festa genial
Na madrugada a vitrola,
rolando um blues
Tocando B. B. King sem parar
Sinto por dentro uma força
Vibrando uma luz
A energia que emana de todo prazer
Prazer de estar contigo
Não, não é não
Um brinde ao destino
Será que o meu signo
Tem a ver com o seu
Vem ficar comigo depois que a festa acabar
Na madrugada a vitrola,
rolando um blues
Tocando B. B. King sem parar
Sinto por dentro uma força
Vibrando uma luz
A energia que emana de todo prazer


Friday, August 14, 2009

Revolution

Mais uma música que fala por si só!


Revolution

The Beatles

Composição: Lennon / McCarney

You say you want a revolution
Well, you know
We all want to change the world

You tell me that it's evolution
Well, you know
We all want to change the world

But when you talk about destruction
Don't you know you can count me out

Don't you know it's gonna be

(3x)
Alright

You say you got a real solution
Well, you know
We'd all love to see the plan

You ask me for a contribution
Well you know
We're all doing what we can

But if you want money for people with minds that hate
All I can tell you is brother you have to wait

Don't you know it's gonna be

(3x)
Alright

You say you'll change the constitution
Well, you know
We'd all love to change your head

You tell me it's the institution
Well, you know
You'd better free your mind instead

But if you go carrying pictures of Chairman Mao
You ain't going to make it with anyone anyhow

Don't you know it's gonna be

(3x)
Alright

(8x)
Alright



Wednesday, August 12, 2009

Enxaqueca

Por esse motivo de merda ai do tópico, no music for today.

Tuesday, August 11, 2009

Covers / A idade do céu

Apesar de ser um tanto quanto tradicionalista, e de gostar de dar o devido valor ao original eu curto muito versões adaptadas por outros músicos, os famosos covers, e principalmente versões acústicas. Acho uma arte especial fazer música que hoje em dia pode possuir zilhões de efeitos e recursos com os equipamentos eletrônicos, e ter q se virar ai, na raça, com voz, violão, bateria e baixo acústico, ou o Baixolão que eu acho um instrumento incrível.
tuguês
Bom falei tudo isso pra dizer que a música de hoje é uma composição original de um músico latino que eu acho muito bom chamado Jorge Drexler, judeu e uruguaio , adaptado para o português pelo Paulinho Moska mas a versão que eu pirei é essa, do DVD Amigo é Casa com a Simone e Zélia Duncan.

Enfim aí vai:


A Idade Do Céu

Composição: Jorge Drexler, adaptado por Paulinho Moska.


Não somos mais
Que uma gota de luz
Uma estrela que cai
Uma fagulha tão só
Na idade do céu

Não somos o que queríamos ser
Somos um breve pulsar
Em um silêncio antigo
Com a idade do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu

Não somos mais
Que um punhado de mar
Uma piada de Deus
Ou um capricho do sol

No jardim do céu
Não damos pé
Entre tanto tic tac
Entre tanto Big Bang
Somos um grão de sal
No mar do céu

Calma
Tudo está em calma
Deixe que o beijo dure
Deixe que o tempo cure
Deixe que a alma
Tenha a mesma idade
Que a idade do céu
A mesma idade
Que a idade do céu

Interpretado por: Simone e Zélia Duncan